domingo, 19 de maio de 2013

Virada Cultural de São Paulo

Pois é senhoras e senhores...
Estamos na Virada Cultural de São Paulo!!
Apresentaremos nosso espetáculo "É mesmo uma Palhaçada"
Onde? Teatro Commune (Rua da Consolação 1218)
Quando? Na Virada Cultural (domingo - 19/05 às 16h30)
Quanto? NADA, é só chegar!!!!

VENHAM!!!!

nos vemos lá...

=0)

segunda-feira, 8 de abril de 2013

O que tem de novo?

O tempo passa, o tempo voa e a gente faz tanta coisa que esquece de passar aqui pra contar...

Então, mesmo com atraso, vim contar que:


No dia 24 de março fomos aprovados pelo VAI 2013 com o projeto "Trupe DuNavô descortina a rua". Não cabemos em nós de tanta felicidade. É mais um filho que nasce!


No dia primeiro de abril completamos dois anos de vida! E com muitos motivos pra comemorar, afinal a trupe vem crescendo e amadurecendo cada dia mais. E os frutos desse amadurecimento já começam a brotar em diversos cantos...

No dia 14 de abril apresentaremos nosso espetáculo "É mesmo uma palhaçada" no Baixo Centro - às 16h30 no minhocão, chegaremos em um cortejo, escolheremos um local e montaremos nosso cenário. Sintam-se convidados e intimados a aparecer!

Por enquanto é isso! Mas logo logo tem novidades por aqui!!! ; )



p.s.: Repararam nas abas com novas informações sobre a trupe? Se não, reparem!!!

 


sexta-feira, 8 de março de 2013

TPM

Trabalho com Palhaças Mulheres


Uma singela homenagem neste dia estabelecido mundialmente, meu desejo é que essas manifestações não sejam só hoje e muito menos da boca pra fora, até mesmo por que elas estão ao nosso lado todos os dias e eu tenho um orgulho danado de ter essas duas criaturas divinas ao meu lado.


Dizem que a mulher
É o sexo frágil
Mas que mentira
Absurda!
Eu que faço parte
Da rotina de duas delas
Sei que a força
Está com elas...                                                           (Erasmo Carlos)



Desejo não só a essas duas que me aturam diariamente, mas a todas essas palhaças MULHERES desse mundão a fora.

Conheça aqui algumas outras!


Claudius Dulatin (Renato Ribeiro)



quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Trupe DuNavô - um olhar de fora... Por Suzana Aragão




Intervir na cidade
  
No sistema capitalista, onde tudo deve por obrigação ter uma função utilitária, o palhaço no centro comercial é imediatamente relacionado à propaganda das lojas, ou seja, está ali para divulgar algo ou pedir dinheiro. A Trupe Dunavô vem subverter, como é de sua natureza, essa lógica esperada. Após, muitas vezes, responder que não está atendendo a nenhuma dessas duas possibilidades, um campo criativo, poético, fantástico é aberto, onde o encontro evoca memória, saudade, pessoalidade e todas as dúvidas que os palhaços sempre inventam levantar.
Quais são as possibilidades de estranhar e recriar o cotidiano? Talvez seja, no caso dessa trupe, a de interferência direta. Exigindo desses jovens artistas manter o pensamento sempre aquecido, pois a necessidade de subversão do arquétipo do palhaço, requer muita atenção. O convite é sempre apaziguar qualquer problemática ou reiterar o senso comum, ação realizada com eficiência pela televisão. Mas eis nossa tarefa, abrir a porteira sem fim, (re)ver o mundo.
Durante o acompanhamento e orientação que fiz à trupe, pude provocá-los de diversas maneiras: indo à rua com enunciado mais fechado ou muito aberto, com tarefa de diversas ordens. Foram experiências que visavam discutir a função deste palhaço que não quer ser absorvido como demonstrador de produto.
O que tento concluir da experiência da Trupe Dunavô na edição do Programa Vai de 2012, é que estes jovens artistas, conseguem estabelecer uma “verdade” no encontro que não beira o espetacular, mas cria uma interessante tensão entre realidade e arte, não é mais o palhacinho da loja de 1,99 que é visto pelo espectador/encontrador, mas uma figura arquetípica que abre alas e promove a aparição de cantadores, poetas, seres humanos capazes de dividir e recriar suas histórias mais íntimas e ainda serem surpreendidos pela interpretação dos fatos dada pelos palhaços.
A Trupe Dunavô tem potencial artístico suficiente pra realizar uma trajetória engajada e rigorosa.


Suzana Aragão - parceira e orientadora da Trupe 
no Projeto aprovado pela edição de  2012  do VAI!

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Férias!!!!

As férias chegaram, oficialmente, ao fim!!!

Desfizemos as malas, guardamos os maiôs, cangas, sungas, cocos, óculos escuros e estamos de volta a cidade da garoa.

Depois de várias aventuras estamos de volta com a corda toda e cheios de novos planos.

E já tem projeto novo saindo do forno.

Vocês não perdem por esperar...

Logo, logo, estaremos nas ruas novamente em busca do encontro perfeito.

E dá-lhe 2013! Desde já te amamos!!!

Ipi, ipi, urra!!!!!!!!!!!

Elisa Betana


quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Ano novo, vida nova!

Bom, o mundo não acabou.
E muito menos a Trupe. \o///
Estamos firmes e fortes começando o ano.
Ainda de férias, é verdade. Mas já com mil planos fervilhando nas caixolas.
Esse ano promete! E vai cumprir!
Nossas malas ficaram bem cheias em 2012 e agora chegou a hora de tirar as tralhas de lá e só deixar o que há de mais bonito. As traças e formigas vão ficar de fora, mas os pássaros e as borboletas vão ficar. Tudo bem, as lagartas também serão bem vindas. Afinal, elas ainda vão criar asas...
E asas é tudo o que podemos desejar pra 2013!
Queremos voar e ir ainda mais longe!!!
E se você quiser ir junto, é só chegar! Todo encontro e reencontro é bem vindo nesse ano que se inicia! ; )

Fiquemos ligados aos próximos encontros hein. Pode ser que ao abrir uma porta ou janela, ou até uma gaveta, você encontre algo (ou alguém) que nem sabia que procurava... E ai tudo muda!!!

 Ai, ai... (suspiros)

Filosofias e filosofandos a parte, esse post é pra desejar um super hiper mega FELIZ 2013 pra todo mundo. Inclusive pra nós! E dizer que tem coisa nova vindo por ai... Aguardem!!!


Opa. A felicidade já tá batendo à porta e mandou dizer que não está sozinha, então dá licença que eu vou lá abrir, viu...

Até breve meu povo e minha pova!
A gente se vê por aqui!
E por ai também. ; )

 Beijos apertados e abraços molhados
Elisa Betana  - (Gis)



sábado, 15 de dezembro de 2012

A nossa lona do tamanho do céu



Relato sobre as apresentações do espetáculo: “É mesmo uma palhaçada” na praça Margarida em Santana

Fez chuva, fez sol, teve pouco público, teve muito público...
Cada dia de apresentação na Praça Margarida foi uma viajem única. O espetáculo está todo diferente, estamos maiores, o cenário está todo trabalhado – até os mínimos detalhes. É tão bom poder compartilhar essa conquista com o público. Tem gente que veio de longe pra nos ver e tem gente que só estava passando e resolveu parar um pouquinho e ficou até o fim.  Tem sido gratificante...
É bom poder apresentar numa praça, não podíamos fazer ideia de que iria ser tão bom. A experiência deixa vontade de quero mais. A rua já nos tinha dado gratas surpresas esse ano e a praça veio pra nos brindar. Sabe o laço de fita com que se fecham os presentes? A praça margarida é nosso laço. É nela que estamos encerrando esse projeto. E ela tem sido o laço mais bonito que poderíamos por nesse presente que ganhamos ao ver nosso projeto se realizando.
Tivemos a grata surpresa de ter como público alguns moradores de rua – as pessoas que melhor conhecem aquela praça isolada de Santana. Alguns eram crianças que não percebem que já cresceram, ou melhor, são crianças num mundo de adultos – os “Peter Pans” do asfalto... Eles, sem sombra de dúvida, foram nosso melhor público! Aqueles a quem todos dedicam tanto preconceito foram o mais receptivo dos públicos. Riram, questionaram e se entregaram de alma ao que lhes oferecemos. Na verdade quem ofereceu algo foram eles, nos ofereceram os mais belos sorrisos que poderíamos sonhar...
Recebemos tantas pessoas que seria difícil falar de todas, mas esse relato é uma tentativa de agradecer ao carinho de cada um que foi nos prestigiar. Aqui deixamos nosso muito obrigada aos amigos de longa data e aos que fizemos recentemente, aos familiares, aos colegas de trabalho, aos seres humanos todos com quem tropeçamos nesse ano e que tropeçaram em nós também e, é claro, as dezenas de palhaços que habitam as ruas e bairros de São Paulo. Foi um prazer!
Ah, e como não citar a mestra Suzana Aragão que nos provocou a cada abrir e fechar de cortina. Obrigada, cada conselho reverberou e ainda reverbera nesses narizes vermelhos!
E obrigada a todo equipe do VAI, sem vocês o sonho não se tornaria tão real!
Só temos a agradecer, esse foi o primeiro passo de uma longa caminhada. E começamos com o pé direito. Obrigada!
Trupe DuNavô